Fotografias

Retratos, teatro, amigos, família e Maria.

Retratos

Retrato de Carlos Wallenstein, tom sépia
Retrato de Carlos Wallenstein, da mesma série. Fotografia de Eduardo Gageiro (autoria a confirmar). Arquivo familiar.
Retrato de Carlos Wallenstein jovem, de fato e gravata
Retrato de estúdio, possivelmente para programas ou folhas de sala. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.
Carlos Wallenstein de perfil, pensativo
De perfil, possivelmente para programas ou folhas de sala. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.
Carlos Wallenstein com a mão no rosto
Retrato com a mão no rosto. Fotografia de António Damásio, Cascais, meados dos anos 80. Arquivo familiar.
Carlos Wallenstein, retrato de estúdio, olhar para a câmara
Retrato. No verso, a dedicatória manuscrita: «Para a Maria, minha querida, em muito meu, Carl», com a nota «Foto n.º 13, pág. 23», que sugere ter sido preparada para uma publicação. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.
Carlos Wallenstein, retrato a cores
Retrato a cores, possivelmente do tempo da Fundação Gulbenkian (anos 60; ver Cronologia). Arquivo familiar. Álbum de família; fotógrafo, local e data por identificar.
Carlos Wallenstein de roupão, com um cigarro
Carlos Wallenstein em casa, na Alameda das Linhas de Torres, no tempo de Cinco Histórias sem Classificação Especial (1953; ver Cronologia e o «Do Autor»). Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.

Teatro e amigos

Carlos Wallenstein em O Príncipe de Homburgo
Carlos Wallenstein caracterizado para O Príncipe de Homburgo, da Companhia Nacional de Teatro (1961; ver Cronologia), com dedicatória e assinatura. Fotografia de José Marques (1924–2012). Museu Nacional do Teatro e da Dança, inv. MNTD 236421 (doação de Carlos Bernardino). Outra cópia, no arquivo familiar, traz a mesma assinatura do fotógrafo.
José Sasportes, Carlos Wallenstein e Peter Brook
José Sasportes, Carlos Wallenstein e Peter Brook. Brook esteve em Lisboa em Outubro de 1970, recebido por Carlos Wallenstein em nome da Fundação, para tratar de um protocolo de apoio ao Centro Internacional de Investigação Teatral (CIRT) (Público, 14-7-2022); a fotografia pode ser dessa visita, por confirmar. Autor e data por identificar. Arquivo familiar.
Grupo de seis pessoas numa esplanada de Paris
Em Paris, numa esplanada: Rogério Paulo, Canto e Castro, José de Castro, Ruy de Carvalho, uma empregada de mesa e Carlos Wallenstein. Muito possivelmente elementos do elenco de Rei Lear, do Teatro Nacional Popular (encenação de Francisco Ribeiro, Ribeirinho; programa de 1957, Museu Nacional do Teatro e da Dança), talvez numa digressão de 1957. O motivo e a data exacta da deslocação por confirmar. Ver a Cronologia (1957 e 1961–1962). Arquivo familiar.

Família

Carlos Wallenstein em criança, com um jornal
Carlos Wallenstein, c. 1930. Arquivo familiar.
Carlos Wallenstein criança, com a irmã Margarida
Carlos Wallenstein, c. 1930–31, com a irmã mais nova, Margarida. Arquivo familiar. Identificação pela memória familiar.
Carlos Wallenstein em criança
Carlos Wallenstein, Ponta Delgada, c. 1934. Arquivo familiar.
Carlos Wallenstein em criança, ao colo do avô
Carlos Wallenstein, ainda criança, ao colo do avô, Manuel dos Santos Teixeira. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.
Grupo de família ao ar livre, com a avó Evangelina ao centro
Grupo de família ao ar livre, com Carlos Wallenstein, Maria do Bom Sucesso, o irmão Fernando e Leonor Travassos Silva (que casaria com ele em 1954); posições a identificar. Ao centro, a avó, Evangelina Maria Simões Teixeira, a quem o autor dedica O Amor das Três Laranjas («às Evangelinas das Furnas»: a avó e uma criada idosa, muito estimada, com o mesmo nome; ver a dedicatória e Origens e família). Arquivo familiar. Data no verso: 14 de Setembro de 1952.
Retrato de família: quatro homens sentados e duas mulheres de pé, atrás
Retrato de família. Da esquerda para a direita: Carlos Manuel, Paulo Cristiano (o irmão mais novo), Clara Wallenstein (a mãe), José dos Santos Teixeira (o pai) e Fernando Gustavo (o irmão do meio); atrás, a tia Guida (Margarida Wallenstein), uma espécie de segunda mãe de todos eles. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.

Maria do Bom Sucesso Medeiros Franco

Maria Wallenstein foi esteio e retaguarda de Carlos Wallenstein toda a vida, e a sua paixão pelo teatro, pela poesia e pela literatura (estudou o teatro popular em S. Miguel, tema da sua tese) fez dela mais do que companheira: estudavam papéis e dramaturgia, traduziam a quatro mãos, e era o princípio da realidade e a aglutinadora da família. Artista desde a adolescência, nos anos quarenta formou com as irmãs, Maria Antónia e Maria do Carmo, um trio vocal («as três Marias», ou «as meninas da rádio»), que cantava a vozes nas emissões da rádio regional açoriana, com arranjos e harmonizações do pai, António de Medeiros Franco (jurista, notário, advogado, político republicano e senador, grande melómano, regente coral e impulsionador do movimento filarmónico nos Açores).

As três irmãs junto a um microfone
As «três Marias», junto ao microfone. Da esquerda para a direita: Maria do Carmo, Maria Antónia e Maria do Bom Sucesso. Arquivo familiar. Data por identificar (anos 40).
Homem a ler um jornal à porta de casa, com uma rapariga ao fundo
António de Medeiros Franco (1882–1959), pai de Maria (que aparece ao lado, na ombreira), a ler o jornal. Advogado e político republicano da Ribeira Grande, era também músico: chegou a reger o Orfeão Académico de Coimbra, em Paris. Ver Wikipédia e Origens e família. Arquivo familiar. Data por identificar.
Maria do Bom Sucesso Medeiros Franco, 1952
Maria do Bom Sucesso Medeiros Franco, 1952, mulher de Carlos Wallenstein e responsável pela edição de 1998–2000 das Obras Completas (ver Créditos). Arquivo familiar.
Carlos Wallenstein e Maria à saída do casamento
À saída do casamento, a 20 de Setembro de 1953, na Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso (Ribeira Seca, Ribeira Grande): a cumplicidade e o afecto entre os dois. Arquivo familiar. Fotógrafo por identificar.
Carlos Wallenstein e a mulher, Maria, na Quinta dos Fenais, Julho de 1958
Carlos Wallenstein e a mulher, Maria, na quinta de família, nos Fenais, Julho de 1958 (data manuscrita no álbum). Arquivo familiar.
Mulher sentada à beira de água, com o reflexo
Maria à beira de água. No verso desta fotografia, Carlos Wallenstein escreveu, no momento, o poema ao lado. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por identificar.
Poema manuscrito de Carlos Wallenstein, A água do rio espelhou a tua face
Poema manuscrito, no verso da fotografia, assinado «Carlos Wallenstein»: «A água do rio espelhou a tua face e os teus seios, / minha amada, / quando te debruçaste para beber / à sombra dos salgueiros. // Na foz do rio espero eternamente / que as águas / me tragam consigo a tua imagem…» Arquivo familiar. Data por identificar. Possivelmente inédito, a confirmar.

Viagens e Fundação Gulbenkian

Carlos Wallenstein junto à Porta de Ishtar, Babilónia
Carlos Wallenstein junto à Porta de Ishtar, em Babilónia (Iraque), numa deslocação em representação da Fundação Calouste Gulbenkian, provavelmente a de 1966 (ver Documentos e a Cronologia). Nota manuscrita no verso: «Campo de futebol, Bagdad» e uma data que se lê 1966 (a confirmar). Arquivo familiar.
Carlos Wallenstein com o seu sherpa, numa rua de Katmandu
Carlos Wallenstein com o seu «sherpa», em Katmandu (Nepal), 1970, no regresso de Osaka (Expo '70, em representação da Fundação Calouste Gulbenkian) pela Índia e pelo Nepal; ver a Cronologia. Arquivo familiar. Fotógrafo por identificar.
Três homens sentados, com chávenas, no refeitório da Fundação Gulbenkian
Fernando de Azevedo, Carlos Wallenstein e Armindo Mendes de Carvalho (da esquerda para a direita, a confirmar), no refeitório da Fundação Calouste Gulbenkian, provavelmente no tempo do Levantamento Cultural do País. Nota no verso: 1977. Arquivo familiar. Fotógrafo por identificar.
Grupo de bailarinos do Ballet Gulbenkian nos Fenais da Luz, S. Miguel
Bailarinos do Ballet Gulbenkian nos Fenais da Luz (S. Miguel), durante a digressão da companhia aos Açores. No verso: «Jantar, Fenais da Luz – S. Miguel, 14-7-968, “Vila Clara”» (o ano deve ler-se 1968). O jantar foi oferecido à companhia a convite de Carlos Wallenstein. Entre outros: Carla Galindo, Marta Athaíde, Isabel Queiroz, Isabel Santa-Rosa, Carlos Trincheiras e Carlos Caldas (identificação por antigos bailarinos do Ballet Gulbenkian). «Vila Clara» é o nome que o verso dá ao local; não era o nome que a família usava para a quinta. Arquivo familiar. Cópia em papel fotográfico de álbum, de má qualidade.
Marta Athaíde e Carlos Wallenstein
Marta Athaíde (bailarina do Ballet Gulbenkian) e Carlos Wallenstein, na mesma altura do jantar dos Fenais (Julho de 1968). Dada a roupa de Marta, diferente da do jantar, será possivelmente à saída do espectáculo em Ponta Delgada. Ver a Cronologia. Arquivo familiar. Fotógrafo e data por confirmar.

Desenhos

Caricatura de Carlos Wallenstein, Coimbra, 1948
Caricatura de Carlos Wallenstein, a tinta-da-china, Coimbra, 1948. Assinatura de leitura incerta; autor por identificar. Arquivo familiar.

A galeria vai crescendo à medida que o espólio familiar é digitalizado e as pessoas, datas e autores são identificados. As fotografias de terceiros são reproduzidas com indicação de autor; se detiver direitos sobre alguma e preferir que seja retirada, ou souber identificar quem nelas aparece, escreva-nos através de Contactos. Ver também Direitos.